Também se constroem coisas boas na world wide web

16 de janeiro de 2017

Quando duas amigas virtuais de longa data me recomendam o mesmo livro, porque dizem que é mesmo "a minha cara". (obrigada, Carla e Susana)
E eu, que já não leio um livro há uns bons meses (shame on me!) já o encomendei. Waiting... 


É mesmo segunda-feira?

16 de janeiro de 2017

O marido completou mais um ano de vida este sábado. Apesar do frio tivemos sempre um sol maravilhoso a brilhar. Almoço com a família, jantar com amigos.
O domingo começou devagar, como deve ser. A casa luminosa. Fui comprar uns robalos frescos para assar no forno. Encher o peito com o ar fresco da manhã e absorver os primeiros raios de sol de mão dada com a filha refilona (que saiu contrariada para me ajudar com as compras). Uma tarde fantástica na praia a fazer fotossíntese, pés descalços a sentirem a areia fria e a água do mar. Um pôr-do-sol glorioso.
E quando o fim de semana é verdadeiramente pleno, a segunda-feira ainda apetece menos que o costume. 
Embora me tenha deitado incrivelmente cedo (22h), aparentemente para o meu corpo não foi descanso suficiente e, vai daí, quando o despertador tocou (provavelmente o toque serem passarinhos a chilrear não ajuda, mas eu não gosto de sons agressivos logo pela manhã), em vez de me levantar, caí irremediavelmente no sono. Resultado: atraso épico para o trabalho. Pior ainda foi lembrar-me que o passe tinha expirado. 
Banho rápido, atirar um pão com manteiga e marmelada e um pacote de leite com chocolate para dentro da mala e sair. 


Semana 2/52

13 de janeiro de 2017

Os miúdos têm uma forma incrível de nos tirar do sério, mas totalmente proporcional à capacidade que têm de amar. Ontem, depois de ter preparado a minha marmita e a da Diana, ela fez uma birra monstruosa, com direito a choradeira exagerada, e histérica até, porque não gostava da comida (não, não tem 2 anos, tem mesmo 10). Eu estava atrasada para sair para o trabalho. Ralhei com ela, zangámo-nos. Saí às pressas e fiz-lhe apenas uma festa nas costas, em jeito de até logo, porque ela estava debruçada na mesa a fazer o seu pequeno drama matinal. A verdade é que quando assim acontece passo o dia todo com aquela sensação de desconsolo "se eu morresse hoje esta seria a última memória que ela tinha de mim". Sim, sou estranha. O bom de tudo é que eu e ela somos iguais em tantas coisas (quase tantas quantas aquelas em que somos diferentes). Mal pus o pé dentro de casa, ao fim do dia, vem ela com aqueles braços, já tão compridos, esticados na minha direção: - tive tantas saudades tuas, mãe! hoje nem demos um beijinho e um abraço de manhã!

O resto foi rotina.

Curtas

11 de janeiro de 2017

Ele liga-me para dizer que vai fazer soja à bolonhesa para o seu almoço.
Ela liga-me para dizer que a sopa da escola era horrível e que repetiu o prato duas vezes, mas que tem muita fome e precisa de um doce.
À fome não morrem, estes meus filhos.

Controlo de pestes

10 de janeiro de 2017

Após dizimar toda a população de piolhos na cabeça da minha filha (pelo menos assim o espero), sinto que mereço totalmente  esta noite de descanso.
Mesmo ao fim de tantos episódios de pediculose, consegui trazer da farmácia um produto diferente dos anteriores. A miúda foi dormir com a mistela nos cabelos. Só amanhã darei o golpe final na bicharada.

In between...ou simplesmente crescer...

10 de janeiro de 2017

Aquela fase em que noto algum afastamento entre o meu irmão e o Gabriel, e por outro lado, observo uma aproximação com o primo João Pedro.
O Lucas está prestes a fazer 18 anos. O João Pedro quase nos 7.

Semana 1/52

6 de janeiro de 2017

Foi uma semana calma. O meu estômago portou-se bem.
O nevoeiro não nos largou. Têm sido dias frios, sempre na bruma. O meu pai fez anos (tem que haver sempre a foto de grupo da praxe). Os miúdos ainda não se habituaram bem a deitar cedo e a acordar cedo mas, com o tempo, a rotina volta a instalar-se. Hoje é finalmente sexta-feira, Dia de Reis. Acordei a horas impróprias para amassar filhoses, mas não podia falhar. Hoje encerra-se a época festiva. No domingo, com mais calma, arrumo o Natal...
Depois disto fico a ansiar pelos dias grandes, pela Primavera. ♥


Sonhar em "voz alta"

5 de janeiro de 2017

Um mesinho num local como este, longe da civilização, com mantimentos suficientes para não ter de sair para lado nenhum. Cheiro a madeira a queimar na lareira ou na salamandra, bolo e chocolate quente, neve lá fora. Árvores. Silêncio. Só o uivar do vento por entre as árvores ou o piar das corujas. Mantas, livros, caminhadas, fotografar. 

Queixinhas

5 de janeiro de 2017

Traduzir depois de almoço é tortura.

Acho muito mal que o Pingo Doce tenha deixado de vender a ração da minha gata e Farinha Pensal.

E era isto.

Pensamento do dia

2 de janeiro de 2017

Ouvir...mas ouvir a sério, não se faz só com os ouvidos, mas com os olhos e com o coração.

"Cada um deve estar sempre pronto para ouvir; mas não deve precipitar-se no falar, nem irritar-se com facilidade."
Tiago 1:19
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