Semana 20/52 - 2018

21 de maio de 2018

Foi uma semana calma lá em casa, mas triste para os corações sportinguistas que nela batem. Nunca falo de futebol, não sou fanática, mas deixo aqui registado que esta foi uma semana de perplexidade para os que gostam e torcem pela equipa verde e branca, de leão ao peito.
Felizmente, também foi uma semana de bom tempo. Calcei sandálias, pela primeira vez este ano, e usei mangas curtas.
Na quarta-feira estiveram 31ºC. Furámos a rotina e, depois do trabalho, fomos dar um mergulho e ver o pôr-do-sol. Tão bom, sentar à mesa a beber um ginger ale e ver o sol a descer no horizonte até aquelas cores quentes tornarem tudo incandescente...e depois a noite. Há que aproveitar ao máximo o facto de morarmos perto do mar.
A bem dizer já andamos a contar os dias para o fim do ano letivo. Já cheira a verão. Faltam 5 semanas e uns pós para os primeiros dias de descanso em família.
Já inscrevi os miúdos no acampamento de verão. E, tenho andado a adiar, mas esta semana, sem falta, tenho de dar volta às roupas. Escolher o que serve, separar para dar o que não serve e ver o que tenho de comprar.

Semana 19/52 - 2018

14 de maio de 2018

Ora, pois que sobrevivi à semana sem feriados. Que remédio tive eu...
O tempo esfriou um pouco. Os miúdos começaram a fazer os primeiros testes (do último período...desejosa que o ano letivo chegue ao fim). 
Fui ao cinema com a mana e a miúda ver o filme "The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society", cujo livro li no ano passado e adorei. O filme, não podendo, obviamente, conter todos os detalhes do livro, e floreando um pouco outros, não falhou nos principais aspetos (especialmente no casting, que acertou na mouche na escolha de todos os personagens que pululavam a minha mente).
Ontem foi dia de compras a duas. A miúda cresceu imenso, e lá fomos compor o guarda-roupa de verão com algumas peças. No fim, nunca pode faltar a paragem no Starbucks. Ela, filha de sua mãe, gosta tanto, que não há vez que lá vamos em que não comece logo a sonhar com dias outonais ou com o brilho dos dias de Natal. 
- este lugar combina mais com o frio, não é mãe? É tão acolhedor...
E puff! Foi assim que a semana voou. 
À noite, o marido, voltou a insistir no visionamento de La Casa de Papel (série que ele está a ver pela segunda vez, inédito, para me acompanhar na minha estreia). E eu que nunca consigo ver só um episódio, e eu que agora tenho olheiras até ao Pólo Sul e já perdi a conta aos bocejos que dei.

Semana 18/52 - 2018

7 de maio de 2018

E agora, expliquem-me lá, como é que eu sobrevivo a uma semana com 5 dias, hã?
Pois é, foram duas semanas seguidas com direito a feriado pelo meio e agora voltamos ao normal.
Parece que o sol veio para ficar e ontem até pudemos desfrutar do primeiro dia de praia a sério, com direito a mergulhos. 28ºC. Uma maravilha!
Também foi Dia da Mãe e, como podem constatar na foto abaixo, já fui ultrapassada por ambas as crias. Têm sido tempos de ajuste. Crescer dói. Ser mãe também. Todas as idades são a primeira vez para nós e vamos direcionando a bússola conforme os desafios. Pergunto-me muitas vezes se estou a dar liberdade e autonomia suficientes, ou se a dose de restrição que estou a aplicar é a correta. Se as exigências são justas e se o amor que demonstro lhes chega para virem a ser pessoas boas e equilibradas. 
A questão é que nunca sabemos, não é? Mas só o facto de pensarmos nisso, pelo menos já indica que nos importamos com o impacto que temos nas vidas deles.
Pensava que quando chegasse a adolescência ia ser muito sábia e pragmática, mas aos primeiros índices de "chega-para-lá" que estou a receber só me apetece fechar-me na minha concha cheia de autocomiseração. Por isso tenho um longo caminho a palmilhar, nisto de educar adolescentes.

Semana 17/52 - 2018

30 de abril de 2018

Uma semana com feriado pelo meio sabe a chocolate. E o nosso é sempre recheado, porque o Johnny P. faz anos. 
O melhor de tudo foi que esteve calor suficiente para ir molhar os pés à praia e fazer peixe grelhado para o almoço. 
O Gabriel foi dormir a casa do primo, para melhor aproveitarem o dia e depois a família juntou-se ao final da tarde para cantar os parabéns ao aniversariante.
Já marcámos o alojamento para NYC. Depois de muitas contas de cabeça e muitas pesquisas (pobre é assim mesmo) conseguimos ficar na "ilha", no bairro de Harlem. Ainda que ligeiramente afastadas do centro de Manhattan, temos o metro a 5 minutos a pé e demoramos 15 minutos até à Times Square. É muito bom. Optámos pelo Airbnb porque, incrivelmente, os hostels ficavam mais dispendiosos. De certa forma, é uma maneira de materializar ainda mais o sonho. Já podemos visualizar a rua, a porta, preparar melhor o roteiro. Ainda assim, acho que só me vai cair a ficha quando estes olhinhos baterem no céu da cidade que nunca dorme e estes pezinhos pisarem solo americano. 
Estou a ler o livro "A Educação de Eleanor". É o primeiro desta autora e estou a gostar. É uma história com uma escrita simples e leve e a Eleanor cativa-nos desde o início. Apesar de antevermos uma experiência de vida pesada, pelo que ela vai desvendando ao longo da narrativa, ao mesmo tempo faz-nos rir com o seu modo pragmático, e algo cru, de ver o mundo.

Semana 16/52 - 2018

23 de abril de 2018

Reuniões de pais. Consulta de rotina (todos os anos faço uma colpocitologia). 
Dias de Primavera à séria. 
O rame-rame normal dos dias. Nada a assinalar. 
Zero inspiração nesta segunda-feira e muito sono.

{entretanto já marquei alojamento para NYC. mais um passo dado. faltam 6 meses e 4 dias}

Parem todos os relógios

19 de abril de 2018

Parem Todos os RelógiosParem Todos os Relógios by Nuno Amado
My rating: 4 of 5 stars

Gostei muito. Andei ali perdida no início a tentar perceber quem era quem, mas depois quando as peças se começaram a encaixar, tudo fez sentido. Os dramas, as dúvidas e a história de cada personagem são descritas de forma absolutamente maravilhosa. Foi o meu primeiro livro do Nuno Amado e fiquei com vontade de conhecer mais.

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Semana 15/52 - 2018

16 de abril de 2018

Mais uma semana que passou, repleta de dias chuvosos e frios. 
No sábado tivémos uma benesse. Mas ontem esteve novamente de chuva.
Ainda fomos até à praia, saborear um cacau quente, enquanto víamos o mar revolto pela janela. O que é certo é que, mesmo com vento e frio a praia, o oceano, é sempre uma paisagem que nos acalma, que nos preenche o coração.
Estou quase a terminar o "Parem todos os relógios". Um livro intenso, sobre encontros e desencontros. Muito bem escrito.
Já entreguei a folha de férias. Quase que me atrevo a afirmar que este simples gesto marca o fim dos dias frios. Uma espécie de felicidade prometida, que me autoriza a contar os dias para os momentos despreocupados, para a ausência de relógios a determinar as horas a que se devem fazer as coisas, para gelados em noites amenas, peixe grelhado e pimentos assados em dias quentes, para a pele temperada pelo mar e dourada pelo sol.
É isso. Abril vai a meio, mas já sonho com os dias felizes que se adivinham mais à frente. Contando que não me esqueça de desfrutar dos dias felizes até lá. Mesmo nas banalidades da rotina. Mesmo nas fintas que faço ao cansaço. Mesmo quando maldigo o alarme que me desperta a horas impróprias para a azáfama das marmitas e para a correria dos transportes. 
Inspiração: {Desvia-te do mal e pratica o bem; procura a paz com perseverança.}
- Salmos 34:15 -
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